Terceira Igreja Presbiteriana de Rio Claro

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  • 3ª IPB Rio Claro

Que Entrem as Crianças

“Deixai vir a mim os pequeninos” - Lucas 18.16

As lembranças de infância sempre ocupam um lugar em nosso coração. Desde as travessuras da meninice às peraltices da adolescência, temos histórias pra contar. Mesmo se tratando de uma infância difícil, a pessoa há de encontrar momentos nostálgicos, podendo se juntar ao poeta Casimiro de Abreu, ao dizer no poema Meus Oito Anos (1857): “Oh! Que saudades que tenho, da aurora da minha vida, da minha infância querida...”.


A vida infantil é muito intensa: sem o trabalho do dia-a-dia, sem as responsabilidades corriqueiras, sem os compromissos necessários e sem qualquer preocupação, vive-se a todo vapor. Nada interessa tanto às crianças quanto o dia livre para se divertir. A criançada só quer saber de brincar e mais nada!


Como a vida não é feita de brincadeiras, os pais devem impor limites aos seus filhos. Também faz parte de uma boa educação familiar as exortações necessárias, tais como: ‘respeite os mais velhos’, ‘obedeça sua mãe’, ‘não mexa nisso’, ‘não incomode as visitas’, ‘vá brincar lá fora’, ‘devolva isso de quem você pegou’ etc. As correções servem para moldar as ações ou as omissões. Além do mais, é recomendação bíblica: “Ensina a criança no caminho que deve seguir” (Pv 22.6); “Não retires da criança a disciplina” (Pv 23.13); “Castiga a teu filho enquanto há esperança” (Pv 19.18); “Corrige a teu filho, e te dará descanso” (Pv 29.17); e muitos outros textos.

Mais que uma infância saudável cheia de momentos bons ou ruins, a criança precisa de Jesus. De que vale ofertá-las o mundo e negá-las o verdadeiro Senhor da Vida? Jesus é o verdadeiro tesouro da salvação e a verdadeira fonte da espiritualidade. Não podemos achar que a criança não aproveita de um momento espiritual. Se isso fosse verdade Jesus não teria dito - “Deixai vir a mim os pequeninos e não os embaraceis” (Lc 18.16).


Vale lembrar aos pais os compromissos assumidos no batismo. O art. 11 do Princípio de Liturgia nos diz o seguinte: “Os membros da Igreja Presbiteriana do Brasil devem apresentar seus filhos para o batismo, não devendo negligenciar essa ordenança. § 1º- No ato do batismo, os pais assumirão a responsabilidade de dar aos filhos a instrução que puderem e zelar pela sua boa formação espiritual. Bem como fazê-los conhecer a Bíblia e a doutrina presbiteriana como está expressa nos símbolos de fé”.


Portanto, oremos pelas crianças e zelemos pelos nossos filhos, a fim de que cresçam na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo!



Rev. Célio Gomes de Azevedo

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